quinta-feira, 3 de maio de 2018

Os ingleses na América


Os primeiros colonos na América do Norte
Os ingleses fizeram as principais tentativas de colonizar territórios na América ainda no início do século XVI. Essas primeira tentativas, no entanto, fracassaram.
Somente a partir do século XVII a atividade colonizadora ganhou força, principalmente por meio da atuação das companhias de comércio, que organizaram a migração de colonos para a América.
Esses imigrantes eram de origem variada, incluindo desde famílias burguesas perseguidas por sua religião até camponeses miseráveis que haviam sidos expulsos de suas terras. Além dos ingleses, migraram para a América irlandeses, escoceses, franceses e alemães.
Em uma grande faixa do litoral leste da América do Norte, foram fundadas as treze colônias, que são comumente divididas em colônias do Norte, do Centro e do Sul.


As Trezes Colônias
As colônias do Norte foram povoadas, em grande parte, por puritanos perseguidos na Inglaterra, como os tripulantes do navio Mayflower, que fundaram a colônia de Massachusetts em 1620. Sua economia era baseada na pequena propriedade familiar. As atividades que ofereciam maiores lucros eram a pesca e a caça.
A exploração das colônias do Sul, por sua vez, teve início com a fundação de Jamestown, na Virgínia. Nessas áreas, o clima mais quente e a qualidade do solo eram propícios à produção de artigos tropicais. A economia dessas colônias consistia na produção monocultora em grande escala, voltada para o mercado externo.


Trocas Comerciais
Conhecido como comércio triangular, as atividades comercias estabelecidas entre a Inglaterra, as colônias da América do Norte e a África formavam uma rede de trocas interdependentes. A África fornecia mão de obra americanas, principalmente pela mão de obra escrava para o trabalho nas colônias. A matéria-prima produzida nas colônias americanas, principalmente pela mão de obra escrava, era enviada para a Inglaterra, que, por sua vez, transformava em produtos manufaturados. Esses produtos eram enviados para colônias americanas, para serem vendidos, e também para a África, para serem trocados por escravos.


A Guerra dos Sete Anos
A Guerra dos Sete Anos envolveu vários Estados europeus e também suas áreas coloniais na América e na Ásia. Nesse conflito, a Inglaterra aliou-se à Prússia para enfrentar as forças francesas, austríacas, suecas e russas.
Na América, os conflitos ocorreram tantos nas colônias do Norte quanto nas do Sul. Os ingleses foram vitoriosos e, por meio do Tratado de Paris (1763), receberam o Canadá francês e a Flórida espanhola.


As consequências do conflito
 Com o fim do conflito, a Inglaterra, mesmo sendo a grande vitoriosa, encontrava-se em difícil situação financeira, com seu tesouro esgotado devido ás despesas de guerra.
Para aumentar as receitas e pagar as dívidas, o Parlamento britânico aumentou a intervenção econômica nas colônias. Na tentativa de reforça sua política mercantilista, a Inglaterra impôs uma série de leis, que causaram grande descontentamento entre os colonos.
° A lei do Açúcar de 1764, essa lei determinava que os colonos deveriam comprar açúcar apenas nas Antilhas inglesas, a fim de evitar o contrabando.
° A lei da Moeda também 1764, proibia a emissão de papéis de credito usados como moeda nas colônias, restringindo sua autonomia financeira.
° A lei do Selo, de 1765, determinava que fossem selados e, portanto, taxados, todos os documentos oficias, declarações, jornais e demais publicações feitas nas colônias.


O Massacre de Boston
Com a imposição das leis inglesas nas colônias, vários protestos ocorreram em diferentes cidades, entre elas Boston, em Massachusetts.
Em meio a um desses protestos, um incidente que ficou conhecido como Massacre de Boston acabou servindo de propaganda revolucionária contra a Inglaterra. O incidente ocorreu em março de 1770, quando uma multidão de colonos que protestava contra as novas leis foi alvejada por soldados britânicos, resultando em cinco mortos e vários feridos.
O tiroteio ocorreu praticamente no mesmo momento em que Frederick North, o novo primeiro-ministro britânico, sob pressão dos colonos, revogava a maioria das leis, com exceção da que incidia sobre o comércio de chá.


A Festa do Chá de Boston
O comércio do chá levou a crise em Boston ao extremo. Em 1773, o governo britânico aprovou uma lei que beneficiava a Companhia das índias Orientais, uma empresa de Londres, isentando-a do pagamento de impostos sobre o chá exportado e garantindo a esse companhia monopólio sobre o comércio desse produto na América.
Isso abrira um precedente para a Coroa inglesa estabelecesse monopólios em outras atividades comerciais.  E protesto, os colonos de Boston, organizados pela Assembleia de Massachusetts, disfarçaram-se de indígenas e invadiram os primeiros navios carregados de chá que chegaram ao porto, lançando sua carga na água.


As Leis Intoleráveis e o Primeiro Congresso Continental
Como represália às manifestações dos colonos, o Parlamento britânico tomou algumas medidas que nas colônias ficaram conhecidas como Leis Intoleráveis: interdição do porto de Boston até que os colonos indenizassem os prejuízos causados pela Festa do Chá; intervenção em Massachusetts, que foi convertida em colônia real; e a restrição do direito de reunião entre os colonos.
Os colonos, por sua vez, reuniram-se ilegalmente em uma assembleia, formando o Primeiro Congresso Continente, organizado na Filadélfia, na Pensilvânia, em março de 1774, contando com representantes de todas as colônias, com exceção da Geórgia.


O Segundo Congresso Continental
Em 1775, os líderes das Treze Colônias se reuniram novamente na Filadélfia para decidirem a respeito do seu posicionamento política perante a Inglaterra. Até aquele momento, as opiniões  favoráveis à separação política da metrópole não eram unânimes.
Nessa reunião, no entanto, foi decidido que os colonos declarariam sua independência e, se fosse necessário, declarariam guerra aos ingleses.


A Declaração de Independência
A Declaração de Independência das Treze Colônias determinava que as colônias passariam a ser estados livres e independentes  da Inglaterra, e que cada uma delas teria autonomia para aprovar suas próprias leis.
Além disso, esse documento determinou que, se o governo não respeitasse os direitos do cidadão, poderia ser deposto e substituído.

Imagens:

Festa do chá de Boston
                                                             


                                                              Massacre de Boston

Curiosidades:
1 – Os filhos da liberdade: Para fazer ás pressões inglesas, os colonos se organizaram em associações secretas, como a dos filhos da liberdade.
2 – Prússia foi um reino localizado na região centro-norte da Europa que no século XIX, foi incorporado ao império alemão.

Vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=DVqC1gd1Gl0 

Resumo feito a partir da Apostilha de Historia
8°2

Tudo Feito Por:Ricardo Medeiros

quarta-feira, 2 de maio de 2018

O Século das Luzes

A era da razão
O Iluminismo foi um movimento intelectual que ocorreu na Europa, no século XVIII.Os intelectuais que participaram desse movimento pretendiam trazer à luz novos conhecimentos, ‘’iluminando” a sociedade.
Essa idéia de “iluminação’’, de trazer à luz, foi inspirada pela filosofia antiga,particularmente a de Plantão, que via a “luz” como imagem ou símbolo do conhecimento verdadeiro.
Os pensadores iluministas pretendiam tornar a sociedade européia mais justa e racional.Para isso, questionaram as bases do Antigo Regime, criticando o poder despótico dos reis absolutistas e condenando muitos elementos da religiões.
As idéias iluministas tiveram grande repercussão e influenciaram diferentes movimentos sociais pelo mundo, como a Revolução Americana e a Revolução Francesa.Os ideais iluministas também influenciaram algumas rebeliões no Brasil, como a Conjuração Mineira e a Conjuração Baiana


O método científico
Os cientistas do século XVII renovaram a maneira de analisar a natureza e abriram caminho para os filósofos iluministas do século XVIII.
Essa mudança na forma de compreensão do mundo foi  acompanhada pelo estabelecimento do método cientifico.Esse método, que constituía na observação rigorosa, racional e sistemática da natureza, resultou na chamada Revolução Cientifica do século XVII, que estimulou o desenvolvimento do espírito critico.


Os filósofos iluministas
Os pensadores iluministas do século XVIII foram profundamente influenciados pelos avanços da ciência e aplicaram os métodos desenvolvidos no século XVII em suas analises sobre a sociedade, criticando as instituições políticas e econômicas dominantes no Antigo Regime.


A Enciclopédia                            
A Enciclopédia do século XVIII é uma obra que reúne textos de diferentes filósofos, que exerceram profunda influencia no pensamento da época.


A difusão das idéias iluministas
A palavra “enciclopédia” tem origem grega e significa “cadeia de conhecimentos”. No século XVIII, os filósofos que organizaram a Enciclopédia, entre eles Diderot e D’Alembert, desejavam reunir uma diversidade de conhecimentos nessa obra.
A Enciclopédia possuía 28 volumes com verbetes relacionados às ciências, à filosofia, à política, às Artes, à Economia e à Geografia.
Entre 1751 e 1772, a população francesa passou a ter acesso à Enciclopédia. No final de 1780 a difusão das idéias iluministas atingiu as classes populares,que também eram adeptas às criticas Absolutismo monárquico, à nobreza e ao clero, presentes na Enciclopédia.


A critica a Igreja
No século XVIII, a Igreja foi alvo de severas criticas feitas por alguns pensadores iluministas. Esses pensadores criticavam a superstição, o fanatismo e a intolerância religiosa, pois acreditavam que esses eram os principais obstáculos a construção de um mundo melhor e mais racional.
Outra critica feita pelos iluministas dizia a respeito à liberdade de pensamento e de opinião.
Os iluministas pregavam a liberdade de pensamento e tinham como objetivo formar uma sociedade esclarecida, sendo para isso sendo para isso necessário romper com o poder do clero, com os dogmas e com o fanatismo religioso.


Voltaire e os filósofos deístas
Voltaire foi um dos maiores críticos dos dogmas religioso. Para ele, a religião era culpada pelos males da sociedade francesa. Voltaire acreditava que a razão deveria substituir a superstição cristã.
Apesar de todas essas criticas, Voltaire e grande parte dos filósofos iluministas acreditavam em uma força divina, e por isso eram denominado deístas.No entanto, para os deístas, a divindade era um ser onisciente que, apesar de se manifestar em todos os elementos da natureza, não interferia na vida dos seres humanos.


A critica ao Absolutismo
Presente na sociedade européia do século XVIII, o poder absoluto também foi alvo de duras criticas  dos pensadores iluministas. Esses pensadores contestavam o despotismo e a idéia de direito divino dos reis, alem de condenarem os privilégios da nobreza e do clero.
Grande parte desses pensadores apoiavam um governo constitucional, ou seja, um governo que respeitasse a constituição, pois acreditavam que ela seria a melhor garantia contra abusos de poder.


Montesquieu e os Três Poderes
Um dos maiores críticos do Absolutismo monárquico foi Montesquieu. Segundo ele, esse tipo de regime político era corrupto e violento, comprometia a sociedade e trazia estagnação, temor e pobreza para a população.
Para libertar a sociedade do despotismo e criar um bom governo, seria necessária a separação do poder em três campos  de atuação: executivo (que executa e administra as leis) legislativo (que elabora as leis) e judiciário (que julga aqueles que desrespeitam as leis).
Para evitar o abuso do poder, Montesquieu defendia uma forma de governo mais equilibrada, na qual um poder controlaria o outro.


As principais reformas
O despotismo esclarecido foi uma forma de governo adotada por alguns monarcas  europeus durante o século XVIII. Essa forma de governo se caracterizava pela mistura de praticas absolutistas e idéias iluministas.
Entre essas reformas, que estavam o combate à corrupção e aos privilégios da nobreza e do clero, a melhor administração dos tributos, a abolição da servidão e o incentivo à agricultura, à industria e ao comércio.


O despotismo esclarecido em Portugal
Durante o reinado de D. José I, de Portugal, o maior representante do despotismo esclarecido foi seu ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, o marquês de Pombal.
Entre os anos de 1750 e 1777, período conhecido como despotismo pombalino, o ministro realizou diversas reformas, entre elas, a criação de companhias de comércio e de manufaturas e a melhoria do sistema de ensino. Além disso, reduziu o poder da igreja Católica no Reino, principalmente por meio da extinção da Companhia de Jesus e da expulsão dos jesuítas de Portugal.


A critica ao mercantilismo
Alguns pensadores iluministas criticavam  o mercantilismo, a principal prática econômica dos Estados europeus naquela época.
No mercantilismo, o Estado regulamentava as transações econômicas, controlando os preços, cobrando impostos de importação e de exportação e adequando as taxas alfandegárias.


A fisiocracia
Os Fisiocratas eram pensadores que questionavam as praticas mercantilistas. Eles defendiam que a riqueza de um Estado não deveria ser medida pela quantidade de matais preciosos que possuía, mas sim pela quantidade e qualidade dos bens à disposição de seus cidadãos.
Segundo os fisiocratas, o Estado não poderia interferir no mercado mas sim deixar que a economia se autorregulasse, seguisse suas próprias leis
O Estado veria somente administrar a lei, a ordem e a defesa da Nação, de forma a garantir o desenvolvimento da sociedade.



Jonh Locke

Muitos dos idéias políticos dos pensadores iluministas foram influenciados pelas teorias de Jonh Lucke. Medico e filosofo inglês, Locke viveu entre os anos de 1632 e 1706.
Na obra Tratado sobre o governo civil, de 1690, Locke defendia que os seres humanos tinham direitos naturais, entre eles o direito à vida, à liberdade e à propriedade.
Locke era a favor de um governo constitucional, em que a autoridade do Estado respeitasse as leis. Caso um governante não assegurasse os direitos naturais, seria legitimo o povo rebelar-se e tira-lo do poder.

Imagens:
                                                    Filósofos iluministas


Monstesquieu e a Divisão dos Poderes


Curiosidade:
1 - Entre os principais pensadores dessa época, estão Francis Bacon, Galileu Galilei e René Descartes.
2 - Os pensamento iluminista revolucionou as formas de compreender a sociedade, a politica, a filosofia. as ciências e as artes.

Vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=BWMoIJeCurY

Resumo feito a partir da Apostilha de Historia
8°2

Tudo Feito Por:Gabriel Trugilio



terça-feira, 1 de maio de 2018

A formação do Antigo Regime

Sistema Feudal
Entre os séculos V e XV, o sistema feudal foi predominante na Europa. Nesse Período, a maioria da população européia vivia na área rural e trabalhava na produção agrícola. Os servos como eram chamados camponeses, deviam fidelidade aos grandes proprietários de terra e, em troca, recebiam deles proteção e permissão para trabalhar na terra.
Os proprietários rurais eram chamados de senhores feudais. Eles eram nobres que recebiam dos reis u grande lote de terra. Conforme os senhores feudais foram aumentando suas propriedades e o número de camponeses sob sua proteção, eles ficaram cada vez mais poderoso e adquiriram certa autonomia em relação ao rei.
A partir do século XI, houve um aumento da produção agrícola, além de um rápido crescimento da população e do numero de moradores nas cidades. O excedente agrícola e os produtos artesanais eram comercializados entre ou feudos e também com povos de outros continentes. Nessa época, os comerciantes, também eram chamados de Burgueses.
Os Burgueses passaram a apoiar  os reis para que eles promovessem mudanças que estimulassem as relações comerciais. O sistema feudal impunha diversos empecilhos ao desenvolvimento do comércio e não havia, por exemplo, uma moeda nem um sistema de pesos e medidas unificados.
Os reis estimularam os negócios burgueses desfazendo parte desses empecilhos feudais. Com isso, conseguiram arrecadar mais impostos, enriquecendo seus reinos e fortalecendo seu poder.
Com os recursos vindo dos impostos, os reis passaram a manter uma administração centralizada.


A centralização política
O apoio da burguesia  de parte da nobreza fortaleceu o poder dos reis e possibilitou, gravidamente, a centralização política dos reinos, que foram se constituindo em Estados, ou seja, grandes extensões territoriais que tinham suas próprias leis e um governo forte e centralizado.
Outra inovação dessa época foi a retomada do principio da propriedade privada, que pertencia ao Direito Civil Clássico, também conhecido como Direito Romano. Na economia, esse sistema jurídico servia aos interesses da burguesia comercial e manufatureira.
Esse contexto histórico europeu ficou conhecido, especialmente na frança, como Antigo Regime e se estendeu entre os séculos XVI e XVIII
Por causa do grande poder exercido pelos reis, as monarquias européias desse período ficaram conhecidas como monarquias absolutas e o conjunto de praticas políticas estabelecidas pelo monarcas foi chamado de Absolutismo.


O mercantilismo
A partir do século XVI, muitos Estados modernos adotaram determinadas práticas econômicas que mais tarde ficaram conhecidas como mercantilismo. Sua principal característica era a forte intervenção do Estado na economia.
As praticas mercantilistas foram adotadas no contexto da expansão marítima européia. Durante esse período, houve um grande crescimento do comércio, e a criação de um mercado mundial, fortalecendo a economia dos Estados europeus.
O governo também se empenhava em manter a balança comercial positiva
, diminuindo as importações do pais. Isso era alcançado por meio de políticas protecionistas impostas pelo Estado, que cobrava altos impostos sobre os produtos estrangeiros a fim de proteger a produção nacional.
Outra característica importante do Mercantilismo era o colonialismo, ou seja a exploração de colônias localizadas principalmente  na America e na Ásia. Nesses colônias, os reinos europeus obtinham produtos valiosos, como especiarias e metais preciosos.
Uma Sociedade Dividida

A sociedade européia do Antigo Regime era dividida em três camadas sociais.
O Primeiro Estado
o Primeiro esta era composto pelo alto e pelo baixo clero. O alto clero era formado por nobres que se tornavam religiosos e recebiam títulos de bispos, arcebispos e abades. Já o baixo clero era constituído por padres de origem popular.

O Segundo Estado
Príncipes, duques, conde e barões formavam o segundo estado. Essa camada social, também chamada de nobreza, era a menos numerosa do Antigo Regime, porem a que mais gerava custos para o restante de população.
No Antigo Regime, os membros da nobreza tinham muitos privilégios, pois era comum que as pensões e os cargos administrativos fossem distribuídos principalmente entre eles.

O Terceiro Estado
O terceiro estado era a camada mais numerosa e diversificada da sociedade do Antigo Regime. Todos aqueles que não eram membros do clero ou da nobreza faziam parte desse grupo.
Dessa forma,essa camada era composto, por exemplo, por burgueses, artesãos, camponeses e pessoas livres pobres.


A Formação do Estado Moderno Espanhol

No final do século XV, o Casamento de Isabel I, do Reino de Castela, com Fernando II. Do Reino de Aragão, Permitiu a unificação política de boa parte do território espanhol.Fernando e Isabel procuram transformar as regiões de fronteira em domínios da coroa e, assim, manter um controle maior sobre o território.
Eles estabeleceram a sede de seu governo na região de Castela e deram inicio a um movimento de expansão territorial. Uma das principais realizações desses reis foi promover, em 1492, a expulsão dos últimos muçulmanos que ainda permaneciam em Granada, região sul península Ibérica.
Por esse movimento, Fernando e Isabel ficaram conhecidos como “reis católicos”


O Absolutismo Espanhol
No século XVI,a Coroa espanhola deu grande incentivo  financeiro à expansão marítima e investiu na colonização de territórios distantes.A Espanha tornou-se um poderoso império, com colônias na América, na Ásia e na África.
No século seguinte, o Absolutismo espanhol continuou fortalecimento, principalmente devido à intensa exploração de metais preciosos na América, que favoreceu o governo espanhol e a política econômica do metalismo.
A sociedade espanhola do Antigo Regime, assim como nos outros Estados absolutistas, era dividida em três camadas. A primeira camada era complôs pelo clero, a segunda pela nobreza, e a terceira era formada por burgueses, componeses, artesãos, etc.


Os teóricos do Absolutismo
Apesar das características comuns aos Estados absolutistas, as teorias que justificavam esse regime apresentavam diferenças que variavam de acordo com cada Estado. Importantes escritores procuraram apoiar o poder absoluto dos reis, indicando justificativas teóricas que defendiam o poder do soberano.

O italiano Nicolau Maquiavel foi um desses escritores. Na obra o príncipe, publicada em 1532, o autor debateu, entre outros assuntos, as estratégias que deveriam ser adotadas pelos governantes a fim de manter o domínio sobre território já conquistado.

O francês Jean Bodin defendia a idéia do caráter divino dos reis, assim como sustentava que a obediência absoluta dos súditos ao rei era uma obrigação suprema.

Já para o religioso francês Jacques Bossuet o poder do soberano era estabelecido por Deus para melhor governar os seres humanos. Assim, o rei seria a própria imagem de Deus na Terra e quem o traísse, trairia Deus.

O inglês Thomas Hobbes, o outro teórico do absolutismo, afirmava que a autoridade do rei era fruto de um contrato firmado entre ele e seus súditos.De acordo com Hobbes, esse contrato estabelecido quando um grupo de pessoas transferia ao rei o direito de governar e administrar seus negócios.


O Absolutismo em Portugal
O Absolutismo português começou a ganhar força no século XV, quando D. João II assumiu o trono português e reforçou a centralização do poder em suas mãos.
Durante o governo de D. João II foi o tratado de Tordesilhas, que dividia o recém-descoberto continente americano entre Espanha e Portugual.


Um Absolutismo diferente
O inicio do Absolutismo inglês e datado no final do século XV, quando Henrique Tudor assumiu o trono inglês e procurou centralizar o poder em suas mãos mãos, alem de investir na melhoria frontal naval de seu país.
Desde o século XIII, o poder dos reis ingleses foi limitado pela Carta Magna, documento que insistiu um parlamento que governava juntamente com o rei.


O Absolutismo francês no século XVIII
Na época do Antigo Regime francês, o poder estava fortemente centralizado nas mãos do rei. Era ele quem controlava a economia e o desenvolvimento comercial do Estado.
Na França, o Antigo Regime atingiu seu auge durante o reinado de Luis XIV, entre os anos de 1661 e 1715. Esse monarca, conhecido como “Rei Sol”, foi o que melhor incorporou o ideal do poder absoluto. Foi atribuída e ele a famosa frase “o Estado sou eu”.
A nobreza, por sua vez, vivia à custa dos impostos pagos pelos membros do terceiro estado, recebendo pensões e outros favores. Esses nobres recusavam-se a colaborar com qualquer reforma administrativa ou fiscal que limitasse seus privilégios, e, por isso, eles impediam a aprovação de leis que estendessem o pagamento de impostos a todos os habitantes do reino.

Imagens


Piramide do Absolutismo



Teóricos do Aboslutismo


Curiosidades:
1 - Hobbes acreditava que os seres humanos tinham uma natureza má e egoísta

2 - a Famosa frase ''O Estado sou eu'' foi concedida a Luís XIV ou também chamado de
Rei Sol

Vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=uEhKY2W5GeU&pbjreload=10

 Resumo Feito a partir da Apostilha De Historia
8°2

Tudo Feito Por:Gabriel Trugilio

terça-feira, 28 de novembro de 2017

A expansão das fronteiras da colônia portuguesa

    A expansão das fronteiras da colônia portuguesa
°A Situação de Portugal com o fim da União Ibérica
A união ibérica, foi a unidade política das coroas espanhola e portuguesa.Durante sua vigência, que durou 60 anos, Portugal foi governado pelos reis espanhóis.
Na época em que recuperou sua autonomia política, Portugal encontrava-se em difícil situação econômica.
Para agravar a situação de Portugal, o Nordeste brasileiro, que era a principal região produtora de açúcar na Colônia sob domínio holandês.
°Retomando o controle da Colônia
Para melhorar a administração da colônia, em 1642 o governo português criou o Conselho Ultramarino. Esse conselho fazia parte de uma política de renovação administrativa do reino português. Sua principal função era manter a coroa informada sobre os assuntos relativos ás suas colônias, como a cobrança de impostos, a manutenção das fortificações e as condições de povoamento.
°A companhias de comércio
Para reforçar o controle sobre o comercio e limitar e participação de estrangeiros nos negócios de colônia, a coroa portuguesa criou as companhaias de comércio
As companhais de comercio, no entanto, não funcionaram como a coroa portuguesa esperava. Em muitos casos elas não cumpriram suas funções e,em outros, estabeleceram preços  abusivos para os produtos, provocando muita insatisção entre os colonos e a eclosão de revoltas.
°A expulsão dos holandeses                                
Além dessas medidas, o governo português fez vários esforços para expulsar os holandeses do Nordeste de colônia e retomar o controle sobre essa região.
Após muitas batalhas, as tropas luso-brasileira finalmente conseguiram, em 1654, expulsar os holandeses do Nordeste.
 °Os Bandeirantes
A capitania de São vincente não se desenvolveu como exportadora de açúcar, como ocorreu com o Pernambuco.O insucesso da empresa açucareira no litoral da capitania de são vincente fez com que muitos colonos subissem a serra do Mar para se estabelecer como agricultores, no planalto de Piratininga, na região onde os jesuítas haviam fundado a vila de São Paulo
Os colonos da vila de são Paulo organizavam expedições que percorriam o interior do território brasileiro em busca de indígenas para escravizar e,também , de minerais preciosos. Essa expedições eram chamadas de bandeiras e seus membros ficaram conhecidos como bandeirantes.
°As bandeiras de preação
As Bandeiras que tinham como objetivo capturar indígenas eram chamadas de bandeiras de preação. Nelas, o numero que participantes chegava a centenas de homens. A principio os bandeirantes faziam alianças como aldeias envolvidas em conflitos com grupos de indígenas rivais, adquirindo delas escravos capturados em guerra. Depois, passaram a atacar aldeias, mesmo antigas aliadas.
Os Indigenas que sobreviveram tiveram que migrar cada vez mais para o interior.
°A procura por minerais preciosos
Desde o inicio da colonização, a coroa portuguesa  estumulo a procura por minerais precioso em solo brasileiro. No entando, a  partir do século XVII, o governo português intensificou a buscar por jazidas de ouro,prata e pedras preciosos, oferecendo prêmios e títulos de nobreza para aqueles que as encontrassem.
°As Bandeiras de prospecção
Para atender a solicitação da coroa portuguesa, os bandeirantes passaram a organizar expedições chamadas bandeiras de prospecção.
Finalmente, em 1693, os bandeirantes paulistas encontraram as primeiras minas de ouro, em uma região próxima a atual cidade de ouro preto,em Minas Gerais.
°A grande de migração
com a descoberta de ouro,teve inicio uma grande migração de pessoas para região das minas. Atraidos pela noticia da descoberta, muitos aventureiros se descolocaram de todas as partes do Brasil, de Portugal e também de outros países
°O controle de Portugal
Com tanta Gente explorando o ouro em 1720  o governo português decidiu criar a capitania de Minas Gerais.
°Motivações
Os conflitos ocorridos no inicio do século XVII tiveram motivações variadas. Em parte, foram causados pela pasada tributação praticada pelo governo português, que se internsificou após a crise enfrentada por Portugal no século XVII.
Entre os principais conflitos desse período estão a Guerra dos Emboabas, a Guerra dos Mascates e a Revolta de Felipe Santos.

°A Guerra dos emboabas
A grande migração de pessoas para a região das minas gerou conflitos. As pessoas recém-chegadas a região entraram em choque com os paulistas, que, por terem descoberto as minas, julgavam-se no direto de explorar o ouro sozinhos.
Por isso, eles tentaram conseguir a exclusividade da exploração junto a coroa portuguesa,que não atendeu aos seus pedidos. Entre 1708 e 1709, tentaram expulsar os forasteiros (apelidados de emboabas), nas foram derrotados.
°Video:https://www.youtube.com/watch?v=zgcMKP5dQjA
Imagens:


A colonização na América portuguesa

       A colonização na América portuguesa
°Os primeiros contatos
Em 22 de abril de 1500, uma esquadra portuguesa comandada por Pedro Álvares Cabral chegou ás terras que hoje formam o sul do estado da Bahia. No dia seguinte, os portugueses avistaram um grupo de indígenas na praia e desembarcaram para estabelecer os primeiros contatos.
°Os indígenas                                                                                                
Os indígenas com os quais os portugueses estabeleceram os primeiros contatos eram tupiniquins. Eles falavam a língua tupi e habitavam o litoral do território que hoje forma o Brasil. Os tupiniquins vivem em aldeias compostas por cinco a dez grandes habitações organizadas de maneira circular,com pátio central.
Além dos tupiniquins,outros povos indígenas habitavam a costa brasileira no século XVI, entre eles tremembés, potiguares, caetés, bororos, tupinambás, aimorés, tamoios, guaranis e charruas. Cada um desses povos tinham seu próprio modo de vida,seus costumes e tradições, enfim, sua própria cultura
°As feitorias
Nos primeiros anos após a chegada da expedição de Cabral ao território dos indígenas, os portugueses demonstraram pouco interesse em ocupá-lo
°O pau-brasil
Entre os produtos que interessavam aos portugueses estavam a farinha de mandioca,produzida pelos indígenas, e também animais, como araras e macacos. No entanto, o produto que mais chamou a atenção dos portugueses foi o pau-brasil.A madeira dessa árvore, de cor avermelhado, era usada na Europa para a extração de um pigmento para tingir tecidos, que tinha um alto valor comercial.
°O escambo
Desde que aqui chegaram, os portugueses precisaram de ajuda dos indígenas para explorar o pau-brasil. Para conseguir a colaboração deles, os portugueses começaram a realizar um tipo de comércio baseado em trocas, conhecido como escambo.
Os indígenas cortavam, transportavam a armazenavam as toras de pau-brasil nas feitorias, deixando-as prontas para serem embarcas nos navios. Em troca,eles recebiam objetos e ferramentas que não conheciam, como facas, foices e machados
°A presença de outros europeus
As riquezas naturais  existentes nas terras dos indígenas não interessavam somente aos portugueses.
Para tentar garantir a posse da terras brasileiras, os portugueses, então, deram início à colonização do território.
°As capitanias hereditárias
Para efetivar a colonização do território e fazê-lo gerar riquezas, o governo português decidiu enviar uma expedição colonizadora. Essa Expedição foi chefiada pelo português Martim Afonso de Souza.
A partir de então, o governo português começou a implantar em sua colônia americana o sistema de capitanias hereditárias.
As capitanias hereditárias eram grandes lotes de terras que foram doados a portugueses de posses. A pessoa que recebia uma capitania era chamado de donatário. Cada donatário era responsável por promover a colonização e tornar produtivas as terras da capitania que lhe fora doada.
No inicio, as capitanias  que mais se desenvolveram  foram Pernambuco, porto Seguro,Ilhéus e São Vicente. Nelas eram cultivados grandes lavouras de cana-de-açúcar, que era utilizada na fabricação di açúcar, produto de alto valor comercial na Europa.
°O Governo-geral
Diante das dificuldades enfrentadas pelos donatários, o rei de Portugal decidiu aumentar a presença portuguesa na Colônia.Com isso,em 1549, foi implantado um governo centralizado no Brasil, chamado Governo-geral. Para ser o primeiro governador-geral, a Coroa portuguesa nomeou Tomé de Souza.
Tomé de Souza Chegou ao Brasil acompanhado de funcionários portugueses para auxiliá-lo no administração da Colônia.
Vieram também soldados e muito trabalhadores, como artesões, carpinteiros e pedreiros. Além desses funcionários,vieram com Tomé de Souza alguns padres jesuítas, que tinham como objetivo converter os indígenas ao catolicismo.
°A escravização de indígenas
Desde o inicio da colonização, os colonos portugueses escravizaram milhares  de indígenas, que foram obrigados a realizar tarefas árduas no dia a dia dos canavias. A maioria dos indígenas, no entanto nunca aceitou essa situação.
°As missões jesuítas
Os jesuítas eram contra a escravização  de povos nativos, e fizeram forte oposição a todos aqueles que utilizavam a mão de obra indígena escrava.
Para catequizar essa população, Os jesuítas organizaram missões em varias regiões di continente americano. Nas missões, Indígenas aprendiam a língua e os costumes portugueses,além de realizaram vários trabalhos agrícolas e artesanais.
°A longa trajetória
Com o aumento da produção de açúcar no Brasil, tornou-se necessários o trabalho de um numero cada vez maior de pessoas. Inicialmente, os portugueses escravizaram os indígenas que aqui viviam. Depois, passaram a comprar pessoas na Áfica e trazê-las para trabalhar como escravas no Brasil.
°Na África
Os africanos eram capturados em suas aldeias e levados para as feitorias próximas aos portos embarque. A compra e o transporte da africanos para o Brasil eram realizados por cor comerciantes portugueses e luso-brasileiro.
°Nos navios
A etapa seguinte era a viagem de navio até o Brasil. Para aumentar os lucros, os traficantes levavam o número excessivo de escravos nos navios.
Nessas viagens, que podiam durar meses, as condições eram precárias e causavam a morte de muitas pessoas.
°Nos mercados
Ao chegar ao Brasil, geralmente aos africanos eram levados para um mercado de escravos. Nesses mercados, eles costumavam receber uma alimentação melhor e alguns cuidados  de saúde com o objetivo de melhorar sua aparência e aumentar o seu preço de venda.
Os escravos, então, ficavam expostos à venda e eram examinados minuciosamente pelos compradores, que procuravam identificar os mais fortes sadios.
°A Situação política
A invasão holandesa no Nordeste brasileiro fez parte de um processo político que envolveu a Espanha, a Holanda e Portugal. Em 1580, com a formação da União Ibérica, o Brasil ficou sob domínio da Espanha.
Em 1581, depois de muitas lutas, os holandeses proclamaram sua independência, que não foi aceita pelos espanhóis.Os holandeses decidiram,então invadir o Brasil, que, por causa de União Ibérica, era considerado território espanhol.
°As invasões no Nordeste
Os holandeses tinham um grande interesse no Nordeste brasileiro, pois, naquela época, os engenhos da Bahia e de Pernambuco eram os maiores produtores de açúcar da Colônia, e o preço desse produto estava em alta no mercado europeu.
Com isso, em 1624, os Holandeses invadiram Salvador, mas encontraram forte resistência da população.
Além disso, os holandeses invadiram e dominaram Angola, na África, para garantir o fornecimento de escravos para trabalhar nos canaviais e engenhos do Nordeste.
°Curiosidades
A catequização dos indígenas, no entanto, acabou modificando seu modo de vida e desorganizando suas sociedades
Os jesuítas se opunham a escravização de indígena e defendiam que fossem reunidos nas missões para serem catequizados

°Video:https://www.youtube.com/watch?v=ckrL4zvwXBI
Imagens:




A colonização na América espanhola

               A colonização na América espanhola
°Conquista e destruição
Quando Cristóvão Colombo chegou à América,em 12 de outubro de 1492, esse continente era habitado por milhões de pessoas.Essa população era composta por diferentes sociedades, cada uma com sua língua,seus costumes e seu próprio modo de vida, Havia desde pequenos grupos habitando as florestas tropicais até grandes impérios.
No caminho aberto por Colombo,vieram conquistadores interessados em riquezas,principalmente o ouro e prata.
°A Chegada de Cortez
A conquista do império Asteca pelos espanhóis foi comandada por um jovem oficial espanhol chamado Hernán Cortez. Ele partiu de Cuba, á frente de um grupo de 100 marinheiros e 600 soldados, e desembarcou em Vera Cruz,no litoral do México,em 1519.
°A prisão de Montezuma           
Os espanhóis, no entanto, aproveitando-se da situação, aprisionaram o imperador, obrigando-o a contar onde estavam escondidos os tesouros dos astecas.
A população asteca, no entanto, só percebeu claramente seu engano quando um fato inesperado deflagrou o conflito:em uma cerimônia religiosa ocorrida durante a ausência de Cortez, os espanhóis fecharam as portas do templo e massacraram cerca de 2000 astecas.
°A tomada de capital asteca
Depois dessa derrota,Cortez buscou reforços principalmente entre os povos indígenas inimigos dos astecas.Com suas tropas reorganizadas, Cortez promoveu um cerco a tenochtitlán e envenenou as fontes de água da cidade.
Durante o cerco,que durou 75 dias, milhares de astecas morreram envenenados ou em razão da fome e das doenças.
°A chegada de Pizarro
Pizzaro chegou á América do Sul em 1532, acompanhado de cerca de 180 homens vestidos com armaduras de metal, trazendo 30 cavalos e muitas armas,como arcabuzes,espadas e canhões
Acompanhado de seus homens e de um grupo de indígenas hostis aos incas, pizzaro partiu para cajamarca
°A colonização espanhola
No período que se seguiu ao das guerras de conquista houve enorme violência contra os indígenas. Os conquistadores queriam enriquecer rapidamente e, por isso, saquearam templos e túmolos
°Os Vice-reinos
Para Organizar a exploração de riquezas nas terras conquistadoras, o governo  espanhol dividiu o território em dois vice-reinos:o da nova Espanha e o do Peru.
Para administrar os territórios conquistados, o governo espanhol enviou vice-reis, que tinham amplos poderes para governar.
Para auxiliar na administração , havia as audiências, que eram tribunais responsáveis pela aplicação da justiça.
°A mineração
A exploração das minas de metais preciosos nas colônias espanholas na América contribuiu para o desenvolvimento econômico da Espanha. Após a conquista e a pilhagem das sociedades indígenas,o governo espanhol investiu na mineração de prata e de ouro.
Após a segunda metade do século XVII, o declínio da mineração aumentou a importância de agricultura e de pecuária nas colônias espanholas
°O trabalho nas colônias espanholas
Embora o trabalho de escravos africanos também tenha sido utilizado, a economia das colônias baseou-se principalmente na exploração da mão de obra indígena.
Na ecomienda,um proprietário de minas ou de fazendas agrícolas pegava tributos à coroa espanhola para adquirir um grupo de indígenas.
°Curiosidades
-Os sobreviventes das guerras de conquista foram incorporados ao processo de colonização
-A conquista e a colonização do continente americano podem ser consideradas como um choque entre dois mundo

 °Video Aula:https://www.youtube.com/watch?v=ErnZ-2AR8iM
°Imagens: